quinta-feira, 24 de maio de 2007

Sessões de autógrafos

Caros amigos/as:

Tenho o prazer de vos convidar para as sessões de autógrafos do meu novolivro de poemas Diálogo de Vultos:

2 Junho(SAB)- Feira do Livro de Lisboa, ao Parque Eduardo VII, pelas 18.30, pavilhão Edições Quasi (143)

3 Junho(DOM)- Feira do Livro do Porto, Palácio de Cristal, pelas 17.00, na tenda exterior (sessão conjunta com Adolfo Luxúria Canibal)

As apresentações oficias do livro serão marcadas em breve para as lojas FNAC.

Obrigado, divulguem e apareçam!

Fernando

Diálogo de vultos

Deita-te nua de ti
No mármore frio do meu corpo.
Teus olhos fechados sobre o eclipse dos meus.

Seca os teus lábios
Na feridas dos meus
E deixa-te estar quieta:
Até estas palavras passarem,
Até às sombras se calarem
E o nosso amor silenciar de vez
Este diálogo de vultos.

10 comentários:

Fátima Inácio Gomes disse...

Inicio eu, então, estes diálogos... que se mantenham os vultos, pois a carne é um invólucro pobre, é um "revestimento oco de lata" (M.de Sá-Carneiro) para a beleza do que esconde...

Bem-vindo à blogosfera e longa vida aos poetas!

Francisco Rodrigues disse...

Sempre!!

Abraço bracarense,

Francisco.

EyeOfHorus disse...

Que nos embriague a luz que se solta das tuas palavras.
Como sempre. Para sempre.

Francisco Rodrigues disse...

Ora bem, fui à feira do livro do Porto. Comprei o livro e já o tenho autografado - até tive a sorte de ser o primeiro;)
Foi bom rever-te o Fernado e poder falar novamente, depois da grande tarde com os Moonspell em Vilar de Mouros.

Desde já as maiores felicidades para este novo livro.

Abraço bracarense

Francisco

A disse...

:)

Vou publicar lá no meu tasco... vinha a ouvir-te na Antena 3 num final de noite entre amigos...


Muito muito bom

Beijo

puta fina disse...

O amor não tem corpo para morrer…
O amor, a vida…
O tempo, a casa…

Não há sangue, não há ferida,
tudo é a ilusão que atrasa…
a sede…
de vencer o fósforo que se
“desencandeia” com o passar pelos túmulos vazios…
de gente que já não há…
em nós!

E aí o espírito jaz…
E então o corpo entorpece, arroxeia
anóxico de dor...
da saudade de morrer de amor!

Ah, meu amor… como eu queria
morrer dura e crua no teu rosto!...
No teu olhar penetrante, descansar no meu desvario…

Mas eu só posso adormecer…
porque a inconstante insatisfação
condena-me à tortura!

… a única luz desse fósforo que me mantém acesa
é chama!...
Se a apagares… promete-me
que guardas a minha cinza!… Pois
já que não podes canonizar -me o silêncio…
pelo menos não me dês o vazio!

antiK disse...

Olá Fernanado,
gostaria de ler as tuas poesías....seja possível comprar o teu livro através de internet? Estou da Eslováqia, claro que é difícil ir compra-lo ao Portugal. Obrigado pelo "live" em Zlín na República Checa...era uma coisa inesquecível!
Abraco da Carpátia!

EvelinKaie disse...

Que o cofre esteja sempre aberto para muitas mais obras de arte.

Boa sorte para o proximo grande concerto no "nosso" coliseu e para o proximo livro.

Claudia Alex Silva disse...

Caro Fernando, desejo te o maior sucesso.
Sim , sou eu , A Fã incondicional desde os tempos primórdios até então, aquela que vos via em todo o lado, Alemanha, Belgica, França, Inglaterra... O último foi mesmo no Coliseu! Sim , bacalhau com natas, pastéis de nata, muitas fotos, Luxemburgo! Eu mesma , Cláudia Alexandra Silva, a que ama a tua música e a tua poesia!
É pena só conseguirmos falar nos concertos no estrangeiro, sem dúvida que há menos confusão.
Mas além de te querer felicitar pelas tuas obras excelentes quero manifestar também a minha satisfação por Moonspell continuar a ser A minha banda de eleição. O meu coração sangra por ti, ontem hoje e sempre!

N e x x G o u v e i a disse...

Olá Fernando,
Devo dizer que fiquei surpreendida por esta poesia. Tens um estilo muito proprio de escrever e com estas tuas poesias e as de mais autores consigo arranjar sempre maneira de enriquecer tambem as minhas(embora eu nao escreva la grande coisa xD ). Se quiseres espreitar as desgraças podes clica no link, se nao tambem nao ha grande problema. So queria mesmo dizer que aprecio muito o teu trabalho tanto como musico como escritor.

Kudos ;)

Inês Gouveia